sexta-feira, 23 de março de 2012

Um diamante chamado Marcela

Fonte: http://diasimdiatambem.com/2008/08/04/um-diamante-chamado-marcela/


Um diamante chamado Marcela

Posso estar tranqüila assim, mas que eu estou sofrendo, estou. Mas eu fiz a escolha certa. Eu deixei ela viver o tempo dela. O tempo que Deus permitiu que ela vivesse. Chegou o momento. Ele me deu uma jóia, um diamante para eu cuidar e eu cuidei até quando Ele veio buscar.” – Cacilda Galante Ferreira, agricultora, mãe de Marcela de Jesus Ferreira, durante o velório da filha anencáfala (sem cérebro) nascida em Patrocínio Paulista (SP).
Um ano, oito meses, doze dias e um velório por onde passaram 1.500 pessoas. O falecimento da pequena Marcela de Jesus Ferreira, o bebê anencéfalo que desafiou a medicina, nada teve a ver com a ausência do cortéx cerebral, não se tratou de falência dos órgãos. Marcela sofreu uma parada respiratória e na última sexta-feira, 1 de agosto, seu exemplo de superação chegava ao fim.
Para a pediatra de Marcela, Márcia Beani Barcellos, não há dúvidas de que a vida da menina foi um exemplo de que um diagnóstico médico não pode ser considerado definitivo. Quando Marcela nasceu a medicina lhe deu apenas algumas horas de vida.
O milagre da vida da pequena levantou suspeitas de que ela não seria, de fato, um bebê anencéfalo. No entanto médicos de diversas especialidades constataram, após terem acesso ao laudo e às imagens da ressonância magnética feita na menina, que de fato a deficiência do bebê era mesmo anencefalia.
Apesar de ser alimentada por sonda e ter à sua disposição um concentrador de oxigênio, a neném podia respirar sozinha – e o fazia especialmente quando saía de casa, fato do qual a pediatra Márcia foi testemunha.
Marcela de Jesus Ferreira teve seu nome escolhido em homenagem ao Padre Marcelo Rossi. O bebê foi sepultado vestindo uma camiseta com a imagem de Nossa Senhora, calça jeans e sapatinhos.
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quinta-feira, 22 de março de 2012

A MENTIRA PERDEU!

[Bela nota! O Wagner Moura me mandou a imagem por email no fim da tarde; e a transcrição eu encontrei depois no site de Dom Bergonzini. Sim, a mentira perdeu. Nós somos muitos, somos jovens, cheios de sonhos e de vontade de mudar o mundo. À nossa frente marcha Aquela Senhora Terrível como um exército em ordem de batalha; ao nosso redor, todos os santos e anjos de Deus. É Ele que nos sustenta e anima. Marchemos pois com confiança sob o estandarte do Crucificado. Nas fileiras do Senhor dos Exércitos. À vitória.]
Nota de Dom Bergonzini sobre a militância virtual católica

A MENTIRA PERDEU (Nota oficial)

Nas eleições de 2010, a candidata Dilma Vana Rousseff e sua coligação pediram a apreensão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” sob o argumento de infringir a lei eleitoral por debater o aborto. Também nos atribuíram a “mentira” de Dilma Vana Rousseff e o PT serem a favor da liberação do aborto. Provamos que o PT e Dilma Rousseff eram e continuam sendo a favor da liberação do aborto.
A Vice-Procuradora Geral Eleitoral, Dra. SANDRA CUREAU, encarregada do parecer sobre a apreensão dos impressos, assim se pronunciou: “Aliás, é natural e saudável que temas como esse sejam debatidos durante o período eleitoral, pois isso permite que os candidatos se posicionem, assumam compromissos, esclareçam suas idéias e pactuem com seus eleitores os termos de sua ação política. Em uma sociedade verdadeiramente democrática e plural, o período eleitoral deveria ser justamente o ápice desse tipo de discussão.”
O Tribunal Superior Eleitoral determinou a devolução dos “panfletos”, que podiam ser distribuídos e o serão durante nos próximos meses. Outros documentos novos poderão ser redigidos e impressos, assinados por nós, para serem distribuídos. A morte não pode vencer a vida.
Na época das eleições, e posteriormente, fomos acusados de criminoso por várias pessoas e veículos de comunicação. Hoje, estamos ajuizando açao de indenização por danos morais contra a entidade “Catolicas” pelo Direito de Decidir. Ordenamos aos advogados que busquem outros artigos ou matérias, passadas ou futuras, ofensivas à nossa honra e reputação, para que sejam ajuizadas novas ações. É hora de buscar a Justiça!
A mentira perdeu. A mentira nunca prevalecerá.  Hoje daremos o ABRAÇO DA VERDADE, no Forum João Mendes Júnior, da Justiça de São Paulo.  A data 21.03.2012 poderá ser o marco da mudança do Brasil, para o BRASIL DA VERDADE.  Queremos a CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!
A partir de agora, o Cristianismo conta com um exército virtual de Blogueiros e Internautas da Verdade de Cristo, que mudarão o Brasil.
Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6)
Chegou o tempo do Brasil da Paz e do Bem, do Brasil da Verdade e da Vida, do Brasil de Jesus Cristo!
O Brasil dos Blogueiros e Internautas de Cristo!
São Paulo, 21 de março de 2012.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br
Fonte: Deus Lo Vult
http://www.domluizbergonzini.com.br/2012/03/mentira-perdeu-dom-luiz-gonzaga.html

terça-feira, 20 de março de 2012

Estado laico não é estado ateu: a querela do ensino religioso no Rio de Janeiro



Ora, se o dinheiro público, que absorve impostos de crentes, pode pagar professores de ateísmo, como é a maioria dos atuais professores de história, geografia, sociologia, filosofia, línguas et caterva no ensino médio, por que o erário público, que inclui dinheiro de ateus, não poderia pagar os professores de ensino religioso? 
Reprodução
No dia 5 de março, o município do Rio de Janeiro publicouedital para a realização de concurso público para o cargo de professor de ensino religioso, para atender as necessidades educativas das crianças que estudam em suas escolas. O ensino religiosopúblico e de qualidade, constitui elemento essencial dafunção subsidiária do estado, que deve prover seus cidadãos das ferramentas necessárias para a autorrealização e formação integral dos indivíduos. Segundo circular da Congregação para Educação Católica para as Conferências Episcopais sobre o ensino da religião na escola:
[...]O direito à educação e a liberdade religiosa dos pais e dos alunos exercem-se concretamente através de:
b) A liberdade de receber, nos centros escolares, um ensino religioso confessional que integre a própria tradição religiosa na formação cultural e acadêmica própria da escola.
Assim, é direito natural dos cidadãos poder contar com o estado para a concretização da sua formação religiosa, sem que seja violentada a sua consciência e/ou sua liberdade de escolha. Neste sentido, faz muito bem o município do Rio de Janeiro, ao oferecer a seus cidadãos uma variedade de professores de ensino religioso que atenda ao credo da maioria da população, seguindo a liberdade e a consciência dos pais e dos alunos. Contudo, não faltaram vozes que lamentaram a decisão do governo municipal de empenhar dinheiro público para dar ensino confessional às criançasOs argumentos foram os mais variados e absurdos:
1. O argumento mais comum é a pretensa laicidade do estado brasileiro, que não pode conviver com o ensino de religião na escola. Na visão dos que discordam, o estado laico exige que a religião fique em foro privado. Como a escola é pública, não deveria ser permitida a entrada de professores de religião nos estabelecimentos de ensino.
2. A má qualidade do ensino no Brasil também serve para desqualificar o ensino religioso nas escolas. Se os alunos carecem de maior qualidade no ensino de matemática e português, é certamente “um acinte” investir na em ensino religioso para as crianças, antes delas alcançarem um mínimo de qualidade em outras disciplinas.
3. Outro argumento contra o ensino religioso nas escolas é o alto custo deste ensino para os cofres públicos. Como os professores serão pagos com erário público, os ateus e os que discordam desta prática sentem-se violentados pela decisão do governo municipal e de seus vereadores, que aprovaram a lei em plenário.
4. A falta de professores gabaritados para exercer a função também serve de munição contra a inserção do ensino religioso nas escolas. Dizem os críticos que a carência de profissionais competentes, que estejam em consonância com o credo de seus alunos, irá tornar a execução da lei impossível.
A análise destes argumentos, no entanto, revela o descarado preconceito dos críticos para com o assunto. Discorrendo uma infinidade de falsas ou descabidas acusações, desfiam sua verve ateísta e ideológica com  o intuito de aplicar ao ensino religioso o  que não aplicam em outras áreas ou em assuntos relacionados. Por exemplo:
Reprodução
1. Acusam a falta de professores de ser um empecilho na execução da lei, que poderia pôr a perder a boa implementação da vontade popular. No entanto, quando a filosofia foi incluída no currículo escolar, a falta de professores gabaritados em 2008 não impediu que a lei fosse aplicadacomo demonstra o alerta do Observatório Educacional. Ora, por que razão a filosofia pode entrar no currículo sem que haja profissionais suficientes mas o ensino religioso não? A resposta é simples: nenhuma, os casos são rigorosamente iguais, a não ser pelo viés ideológico dos que negam aos crentes o exercício livre e sem constrangimento de sua fé.
2. De fato, a contratação de professores de ensino religioso impactará no orçamento da prefeitura do Rio de Janeiro e muitos, que não concordam com os vereadores, que aprovaram a lei que implementa o ensino nas escolas, e o prefeito Eduardo Paes, que está cumprindo a lei, sentem-se traídos pelo governo laico, por ver seu dinheiro pagando tais professores. Os críticos só esquecem que a maioria do povo é crente. E, portanto, a maioria do dinheiro público que faz a máquina pública funcionar é pago por crentes. E estes crentes, judeus, cristãos, islâmicos ou seja lá a crença que tenham, possuem o direito de ter seu dinheiro sendo usado para pagar, sim, os professores que ela, a maioria da população, mantêm com seus impostos. Enfim, não são só os ateus que pagam os impostos que fazem o país funcionar. Os crentes também pagam, e pagam mais, porque são maioria. Ora, se o dinheiro público, que absorve impostos de crentes, pode pagar professores de ateísmo, como é a maioria dos atuais professores de história, geografia, sociologia, filosofia, línguas et caterva no ensino médio, por que o erário público, que inclui dinheiro de ateus, não poderia pagar os professores de ensino religioso? Novamente, a ideologia ateia não cansa de aplicar a outros o que não aplica a si mesma.
3. Um sofisma curioso é o da qualidade do ensino do Brasil. Isto é, se o ensino ordinário está péssimo, então não se deve investir senão na melhoria das condições do ensino de matemática, português, física, etc. Só quando o índice de qualidade de ensino nestas disciplinas melhorar é que, quem sabe, falar-se-é de ensino religioso. O sofisma assemelha-se ao argumento do Saneamento Básicoenquanto houver criança morrendo de desinteria, é hipocrisia falar de aborto, dizem. É evidente que o argumento é vigarista. Não se trata de salvar as crianças ou da diarreia, ou do aborto. Trata-se dos dois! Importa impedir a morte por falta de condições minímas de vida e proibir (sic!) o assassinato de um inocente. Então, não se trata de ou melhorar o ensino das outras disciplinas, ou investir em uma perspectiva integral do homem, que inclua o seu ser religioso. Antes, trata-se de ter uma visão completa do homem.
4. E, finalmente, o argumento mais batido do século: a laicidade do estado. Este assunto já foi tratado aqui,aquiaquiaqui e aqui. O estado brasileiro é laico, mas o povo é religioso. Ora, diz a Constituição Federal que todo poder emana do povo. Logo, não cabe a juristas, deputados, senadores ou qualquer grupo social determinado dizer o que deve ser feito com os instrumentos que o povo possui para fazer valer seu direito de educar-se. Ora, se o povo, que é a origem do poder democrático, quer o ensino religioso nas escolas, não pode a ideologia de uma minoria suplantar o desejo soberano da maioria. Muito mais é negada essa possibilidade se o desejo dessa maioria é justo e salutar. Em breves palavras, o nome da tentativa política de uma minoria abafar o desejo da maioria é autocracia!
Está de parabéns o governador Eduardo Paes, que ouviu e fez valer a voz que vem do povo, e aos vereadores que fizeram valer seu mandato legislativo. Afinal, esse ano é ano de eleições  municipais. Temos muito trabalho pela frente, né?

Pela vida da mãe e de seu filho


Pela vida da mãe e de seu filho

10 de março de 2012 | 3h 04
Dom Odilo P. Scherer - O Estado de S.Paulo
De novo, em pauta a questão do aborto. Estamos num ano eleitoral, os partidos vão costurando suas alianças e, como não podia deixar de ser, na pauta dos ajustes também entram questões polêmicas, em discussão há mais tempo pela opinião pública e também no Congresso Nacional.
Há quem gostaria que certos temas delicados não estivessem nos grandes debates político-eleitorais, talvez para não exigir uma tomada de posição clara perante os eleitores; prefere-se, então, qualificá-las como "questões religiosas", das quais o Estado laico não se deveria ocupar, nem gastar tempo com elas na discussão política... Não penso assim. Decisões sobre a vida e a morte de outros seres humanos, sobre o modelo de casamento, família e educação, sobre justiça social e princípios éticos básicos para o convívio social são questões do mais alto interesse e relevância política. Dizer que são "temas religiosos" significa desqualificar a sua discussão pública, relegando-os à esfera da vida privada, ou ao ativismo de grupos voltados mais para interesses particulares do que para o bem comum. Tirar da pauta política esses temas também poderia sugerir que pessoas sem religião não precisam estar vinculadas a valores e convicções éticas, o que é falso e até ofensivo.
Preocupo-me quando ouço que, no Brasil, a cada ano são realizados mais de 1 milhão de abortos "clandestinos" e que tantas mil mulheres (número bem expressivo!) morrem em consequência de abortos mal feitos! Há algo que não convence nesses números e afirmações. Sendo clandestinos, como pode alguém afirmar com tanta certeza dados tão impressionantes? Maior perplexidade ainda é suscitada quando isso é afirmado por uma autoridade representativa do Estado, mostrando que tem, supostamente, conhecimento seguro de uma violação aberta e grave da lei e nada fazendo para que ela seja respeitada para preservar tantas vidas! De fato, continua valendo a lei que veta o aborto indiscriminado no Brasil.
Esses números assombrosos ou estão pra lá de superdimensionados e manipulados para pressionar e atingir, de maneira desonesta, objetivos almejados, ou, então, alguém está faltando com seu dever de maneira consciente e irresponsável, deixando que a lei seja violada impunemente, em casos tão graves, nos quais vidas humanas inocentes e indefesas são ceifadas, às centenas de milhares, ou até na conta dos milhões!
É lamentável a morte de cada mulher em consequência de um aborto clandestino e mal feito. Lamentável também, e muito, é a sorte trágica de cada ser humano que tem a sua vida tolhida antes mesmo de ter visto a luz. Se há um problema de saúde pública a ser encarado, a solução não deveria ser a instrumentalização dessa tragédia humana para promover a legalização do aborto. Dar roupagem legal à tragédia curaria a dor e faria sossegar a consciência? Questão de saúde pública deve ser enfrentada com políticas voltadas para a melhoria da saúde e das condições de vida, e não para a promoção da morte seletiva. Uma campanha de conscientização sobre a ilegalidade das práticas abortistas protegeria melhor a mulher e o ser que ela está gerando. Haveria muito a fazer para alertar contra os riscos do recurso às clínicas - nem tão clandestinas - de "interrupção da gravidez". Alguém conhece alguma campanha do governo ou alguma política pública para desestimular práticas abortivas contrárias à lei e arriscadas para a saúde da mulher? Não seria o caso de fazer?
Está em curso a discussão sobre a reforma do Código Penal Brasileiro; em muitas coisas, certamente, ele deverá ser revisto e adequado. Chama, no entanto, a atenção e merece uma reflexão atenta da sociedade a proposta relativa ao artigo 128, sobre novos casos de aborto "não puníveis", além dos dois casos já previstos - risco de vida para a mãe e gravidez resultante de estupro (cf. http:/migre.me/845Dp).
No inciso I do artigo 128, propõe-se que não haja crime "se houver risco de vida ou à saúde da gestante". A alusão ao "risco à saúde da mulher" é absolutamente vaga e, por si só, já ofereceria base para a universalização do aborto legal. No inciso II, propõe-se que não haja crime se a gravidez resultar de "violação da dignidade sexual, ou do emprego de técnica não consentida de reprodução assistida". O que se pretende qualificar como "violação da dignidade sexual"? O delito, neste caso, não aparece configurado e poderia ser facilmente alegado, sem que ninguém fosse capaz de comprovar a real ocorrência dos fatos. Além disso, a "reprodução assistida" já está legalizada e regulamentada no Brasil?
No inciso III do mesmo artigo, propõe-se que não haja punibilidade quando "comprovada a anencefalia, ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado pelo médico". Além da anencefalia, já em discussão no Supremo Tribunal Federal, acrescentam-se outras "graves e incuráveis anomalias", o que é preocupante, pois isso abriria as portas para uma inaceitável, do ponto de vista ético, "seleção pré-natal" dos indivíduos considerados "aptos" a viver e o descarte de outros, considerados "inviáveis". É o controle de qualidade aplicado ao ser humano, já praticado em tempos passados por regimes condenados quase universalmente por suas práticas eugênicas. Vamos legalizar isso no Brasil agora?! No inciso IV, propõe-se que, "por vontade da gestante até a 12.ª semana de gestação, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade", o aborto poderia ser praticado sem penalidades. Passa-se ao médico o peso da decisão sobre a vida ou a morte de seres humanos. Acho isso absolutamente inadequado!
É preciso refletir muito, para não legalizar a banalização da vida humana.    
CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO

sexta-feira, 16 de março de 2012

79,3% dos médicos têm restrições à pílula do dia seguinte


Fonte: http://diasimdiatambem.wordpress.com/2010/12/01/793-dos-medicos-tem-restricoes-a-pilula-do-dia-seguinte/


dezembro 1, 2010 por Wagner Moura

Estudo de mestrado apresentado à Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP revelou que 22,3% dos ginecologistas não receitam a pílula do dia seguinte às suas pacientes por considerá-la abortiva. Mais: 57% não acredita que a pílula evita a fecundação do óvulo, mas apenas previne sua implantação no útero.

Cerca de 3.300 ginecologistas e obstretas brasileiros participaram do estudo que traz uma péssima notícia para os abortistas: somente 20,8% dos médicos acreditam que a pílula do dia seguinte evita a gravidez indesejada, o que tornaria a pílula um mero anti-concepcional de emergência, como diz a propaganda pró-aborto.

Em outras palavras: a despeito da ONU e do Ministério da Saúde, 79,3% dos médicos brasileiros tem restrições contrárias à pílula do dia seguinte e concordam que ela não evita a fecundação, momento em que uma nova vida é gerada.

Não é impressionante? Para os abortistas isso significa que os médicos brasileiros são preconceituosos e influenciados por valores religiosos, é o que relatam as notícias sobre a pesquisa. O assunto foi destaque, ontem, 1/12, na Rádio Câmara durante uma entrevista com um especialista que também registrou como preconceituosa a própria bula da pílula que, como já dissemos aqui, avisa que o medicamento pode, sim, provocar abortos.


7 Bilhões no mundo e a farsa visando o Controle Populacional


Fonte:  http://blog.cancaonova.com/tiba/2011/10/31/7-bilhoes-no-mundo-e-a-farsa-visando-o-controle-populacional/

"Está repercutindo em todas as mídias a notícia do nascimento do Bebê número 7 Bilhões, que segundo a ONU nasceu nas Filipinas. Como eu já previa, com essa informação repercute também a discussão levantada pela ONU: "Temos lugar pra tanta gente no mundo?"

Porém, atrás dessa pergunta não está a intenção de comemorar a vida no mundo, ou promover a partilha dos mais ricos com os mais pobres. É bem o contrário, a intenção é alarmar o mundo, a fim de chegarem em seus objetivos.

Fico me perguntando se é impossível saber ao certo onde nasceu o bebê nº 7 Bilhões, criança não nasce com chip, por que não escolheram, então, um bebê de Nova York , São Paulo, Milão ou Paris? Escolheram justo um país Asiático?

Respondo: Para as atenções se voltarem para o Controle Populacional. Resumindo a ideia é a seguinte: "Queremos o Controle Populacional, onde não haja lugar para miseráveis, pra isso precisamos diminuir a população pois queremos viver num mundo com pouca gente e excessivo conforto sem preocupar com os miseráveis; mas então o que vamos fazer? Vamos alarmar a população com números, promover o aborto, a cultura do filho único, do homossexualismo e dos contraceptivos."

Prof Felipe Aquino é bem concreto e nos apresenta dados:
"Todos os países da Europa, estão com índice de natalidade insuficientes para manter a população. O mínimo necessário é de 2,1 filhos por mulher. O Brasil já atingiu este índice, o que indica que nossa população tende a parar de crescer. Todos os países europeus, bem como o Japão, estão com índices inferiores. Muitos desses países já estão fazendo campanha aberta e incentivada pelo aumento da natalidade.

A França, só para dar um exemplo, passou a oferecer 750,00 euros (=R$2100,00), mensalmente, durante um ano, para a família que tiver o terceiro filho; e a mulher ganha ainda um ano de licença maternidade. Na Sicília, Itália, eu vi cartazes nos postes da rua convidando os pais a terem mais filhos para o bem da Itália.
Enquanto o Japão tem 300 pessoas por km quadrado, na América do Sul este índice não passa de 20 pessoas; isto é, somos um continente desabitado, em comparação com a Europa e Ásia. E no Japão não tem fome, sub-desenvolvimento e nem falta de escolas para as crianças e faculdades para os jovens como na América Latina.

Logo, não é verdade que o grande número de pessoas seja a causa de subdesenvolvimento de uma nação. A Alemanha tem (229 hab/Km²), Israel (280), Itália (189), Inglaterra (240), Suíça (176), Bélgica (330) e são todos paises desenvolvidos.

Paulo VI dizia que não se trata de diminuir o número de comensais, mas de aumentar a comida.
O Relatório intitulado Estado da População Mundial, em 1987, da ONU, afirmou: "Depois da revolução verde, da biotecnologia, não se duvida mais que haja condições para acabar com a fome no mundo" (Folha de São Paulo, 15/06/87).

O mesmo Relatório da ONU ainda afirmava: "Há 453 milhões de toneladas de trigo, arroz e grãos estocados em todo o mundo, e os agricultores dos Estados Unidos e da Europa Ocidental são pagos para não produzir".
Com 453 milhões de toneladas de cereais é possível manter alimentada uma população de 1,2 bilhões de pessoas, durante um ano inteiro, com um quilo de alimento diário para cada uma. Como falar em falta de alimento no mundo?

Dr. Pierre Chaunu, Phd da Sorbonne, em História Moderna, diz que o atual controle da natalidade é o pior problema da humanidade, pois considera isto a sua "própria destruição"; e fala em "suicídio demográfico".

Tudo começou com a pílula anticoncepcional, na década de 60, condenada pela Igreja; agora estamos colhendo os amargos frutos, 40 anos depois.
A Folha de São Paulo, em reportagem de 15/08/97, afirma que 40,2% das mulheres brasileiras que optaram por algum método de contracepção, fizeram a laqueadura.
A revista Veja, de 13/08/97, nas pag. 34-36, publicou um artigo chamado Desafios de um País de Cabelos Brancos, onde mostra o rápido envelhecimento da população do nosso país e as suas sérias consequências.

A maior riqueza de uma família e de uma nação estão nas pessoas, nos filhos, então, não seja enganado; 'teus filhos são a tua riqueza".
Muitos no Brasil ainda não sentiram a importância desse assunto, mas em breve, sentiremos os seus efeitos."

***
por Tiba Camargos - Canção Nova


CPI da VERDADE sobre o ABORTO JÁ! - COPACABANA-RJ TERÇO CONTRA O ABORTO

Fonte: http://www.domluizbergonzini.com.br/2012/03/cpi-da-verdade-sobre-o-aborto-ja_16.html



CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

COPACABANA-RJ - POSTO 3 - dia 18/03 - 15h
TERÇO CONTRA O ABORTO 
Os 82% ou 71% do povo brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e merecem respeito.  Os Parlamentos brasileiros NÃO PODEM MAIS SE OMITIR! Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos de "comissões da verdade" para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.

CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO JÁ! Há várias justificativas para iniciar a CPI DO ABORTO e mostrar a verdadeira face oculta da CULTURA DA MORTE, da CAMPANHA PELO ABORTO LIVRE.


Veja também: Brasileiros pelo Direito de Decidir Contra a Vontade da Fundação Ford

“MATERNICÍDIO”. Os abortistas usam NUMEROS MENTIROSOS para assustar o povo e enganar os parlamentares. Já falaram em três milhões, um milhão e, agora,  falam em 200 mil mortes maternas por ano. Por esses números teríamos um “maternicídio”. Os abortistas usam o número de curetagens em ABORTOS ESPONTÂNEOS realizados pelo SUS (cerca de 180 mil/ano)  para dizer que são abortos clandestinos ou mortes maternas de mulheres negras ou pobres.  VERDADE: o Ministério da Saúde informou: no primeiro semestre de 2011,  foram 705 mortes maternas.  Se o número for repetido no segundo semestre,  serão  1.410 mortes materna no ano.  Infinitamente menor que 200 mil, um milhão, três milhões!  Um genocídio de bebês não salvará a vida de nenhuma gestante. Precisamos dar condições alimentares e de saúde para salvar a vida dessas 1.410 gestantes.

FALTA DE SAÚDE PÚBLICA.  As mortes maternas acontecem por falta de saúde pública adequada. Em BH,  95,5% das mortes maternas foram causadas por falha no atendimento de saúde, em 2010. Em Brasília, uma gestante ficou com o FETO MORTO em seu útero por OITO DIAS e outra recebeu o FETO NUM VIDRO. Gestantes ficam abandonadas pelos corredores hospitalares em várias partes do país. A presidente Dilma Rousseff cortou a verba da saúde em mais de 5 bilhões de reais neste ano. As mortes das mulheres pobres, sem atendimento ou nas portas dos hospitais, é um problema de FALTA DE SAÚDE PÚBLICA. É uma lástima a omissão dos governantes e dos parlamentos com futuro dos brasileirinhos e brasileirinhas. Pergunta-se: IMPEDIR QUE NASÇAM, MATÁ-LOS NO ÚTERO DE SUAS MÃES SERÁ MELHOR PARA O BRASIL?

NAZISMO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO. Os abortistas dizem que as mulheres ricas, de todas as cores de peles, têm dinheiro para pagar seus abortos, por isso matariam seus filhos com mais tranqüilidade.  Dizem que as mulheres pobres ou negras (usam a cor para vincular suas propostas ao racismo) morrem porque não têm dinheiro para pagar os abortos. As propostas dos abortistas são todas no sentido de assassinar os filhos das mulheres pobres. Os abortistas são adeptos de Hitler, querem criar uma raça brasileira pura, sem filhos de famílias pobres. O Estado é obrigado a dar “assistência aos desamparados” (art. 6º.CF) e saúde para as mulheres pobres, de qualquer cor, para que seus filhos sejam saudáveis. Pergunta-se: UM PAÍS VERDADEIRAMENTE RICO É UM PAÍS QUE MATA OS FILHOS DOS POBRES?

CAPITALISTAS BILIONÁRIOS INTERNACIONAIS. O noticiário informa sobre o financiamento de ONGs e pessoas dedicadas à causa abortista por CAPITALISTAS internacionais BILIONÁRIOS - Fundação Ford Warren Buffet  Nos EUA abortistas desviaram dinheiro destinado à cura de câncer para praticar abortos. É preciso descobrir como (se legalmente) e quem envia, quem recebe e proibir esse tipo de atividade destinada à matança dos brasileiros. É preciso confiscar esse dinheiro e destiná-lo à saúde. Pergunta-se: PODEMOS DEIXAR DINHEIRO INTERNACIONAL MATAR BRASILEIRINHOS E BRASILEIRINHAS ?

PROTEÇÃO À MATERNIDADE.  A Constituição Federal diz, em seu artigo 6º., que são direitos sociais “...a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados...”. A gestação se inicia com a fecundação do óvulo. Portanto, é obrigação do Estado dar proteção à gestante, e não propor o assassinato de seu filho. Nunca uma mulher precisou de atestado de psicólogo para declarar se ela estava em “condições psicológicas” para dar à luz e manter uma criança.  Será que a mulher precisará de autorização do psicólogo para ter filhos ? A maternidade é um dom natural.  O Estado, representado pela presidente, os governadores, os prefeitos e os parlamentos têm obrigação de dar proteção à maternidade  e dar assistência às gestantes desamparadas (art. 6º.CF), através de um subsídio mensal, pago diretamente a elas, para terem seus filhos com saúde.

ABORTO E ESTUPRO SÃO CRIMES HEDIONDOS.   Em nosso requerimento ao Ministério Público de Guarulhos, demonstramos que o aborto e o estupro são crimes hediondos No aborto,  a vítima, inocente e indefesa,  é assassinada por meios cruéis.  A alteração do Código Penal pode acontecer, mas para suprimir todas as possibilidades de aborto e garantir VIDA AOS NASCITUROS. O exemplo da deputada federal FÁTIMA PELAES (VÍDEO AQUI) mostra que não podemos tirar a vida de ninguém. Para os casos de estupro, os governos e os parlamentos podem criar um subsídio financeiro para a mãe, até o nascimento do bebê, e simplificar a adoção, para reduzir o tempo de espera dos adotantes e evitar disputas judiciais entre a mãe adotiva e a mãe biológica.    

DIREITO DO NASCITURO/ANENCÉFALO. O ex-ministro do STF, EROS GRAU, sem nenhuma paixão religiosa, demonstra o direito do nascituro,  inclusive o anencéfalo,  no artigo "Pequena nota sobre o direito a viver".

PACTO DE SAN JOSE DA COSTA RICA. A Convenção Americana de Direitos Humanos foi promulgada pelo Brasil através do decreto nº. 678/92. O art. 4º prevê o direito à vida e é bastante claro: “1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Nos termos do art. 44, da Convenção, se aprovada a liberação do aborto, os organismos de defesa da vida poderão denunciar o Governo Brasileiro junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, Estados Unidos da América.

GENOCÍDIO. A antiga "Convenção Para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio", promulgada pelo Decreto Presidencial n. 30.822, de 06.05.1952, renovada pelo  Estatuto de Roma, promulgado pelo Decreto Presidencial nº. 4.388, de 25.09.2002, prevê, no seu art. 6o , o crime de Genocídio: “Para os efeitos do presente Estatuto, entende-se por ‘genocídio’, qualquer um dos atos que a seguir se enumeram, praticado com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal:  d) Imposição de medidas destinadas a impedir nascimentos no seio do grupo”. A elaboração de leis que possibilitem o assassinato em massa de filhos de mulheres pobres  tem a conotação de impedir nascimentos no seio desse grupo nacional (pobres), podendo levar a denúncias no Tribunal Penal Internacional.

QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa. A vida é uma dádiva de Deus.   Precisamos acabar com a CULTURA DA MORTE, para reduzir a violência e gerar a paz. Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.

CONVOCAÇÃO. Convoco as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os CRISTÃOS, de todas as denominações,  os NÃO-CRISTÃOS, todos DEFENSORES DA VIDA para, HOJE, dia 21.03.2012, comparecerem na CONCENTRAÇÃO, a partir das 11:00 horas, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo, para, em seguida, a partir das 12:30 h,   participarem da MANIFESTAÇÃO – CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!, em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.

Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)  “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6) 
O POVO PRECISA DA VERDADE E DA VIDA!
O Beato João Paulo II nos disse: Não tenhais medo! Não tenhamos medo!
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
 Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br