Passos práticos para responder aos
questionamentos do nosso interior: Eu preciso de Cura Interior?
Onde eu
preciso de Cura Interior?
Primeiro passo: Saber o que está acontecendo com você. Isso se chama
observação! Olhar os sintomas e anotar. Observar tudo: sintomas
físicos, doenças que você traz e que se passam por você. Tomar nota de
tudo o que acontece no seu corpo.
Fazer muitas perguntas a si mesmo, anotar cada detalhe, enfim, tomar nota dos sintomas físicos; é preciso fazer bem feito.
Depois de anotar todos os sintomas emocionais, eles são o espelho do
que acontece você vive interiormente(exemplo: quando você está sozinho, o
que você sente?). Ficar atento aos sentimentos. Ainda: tomar nota das
atitudes de vida, elas são reflexo do que você vive interiormente.
Como você se comporta?(exemplo: dizer uma mentira é sintoma de um
problema muito mais profundo). Não podemos rezar somente pelos
sintomas, pois assim a cura não acontece.
Segundo passo: Descobrir a
doença, dar nome ao seu diagnóstico. Orar pela cura profunda. Quais são
os problemas emocionais profundos? O Padre Huffus, quando esteve aqui
na Canção Nova, ensinou que são quatro as feridas profundas que nos
atinge:
1) Rejeição: Como ela vem? Quando não me sinto amado e querido pelas
pessoas que me são importantes e próximas. Não que elas não me amem, eu
sinto assim. (Sentimentos que podem existir: raiva, amargura, tristeza,
ódio, inveja dos amigos, suspeita, falta de confiança nas pessoas.) É a
mais importante ferida emocional. A grande dor que Jesus sentiu foi a
rejeição.
2) Sentimento de culpa: Ele acontece quando se é
criado em uma família muito religiosa, em que alguns conceitos são
passados de maneira errada (exemplo: “Papai do céu vai te castigar”;
“Papai do céu está vendo tudo que você está fazendo de errado”). A culpa
saudável nos leva à conversão; a culpa errada nos leva a ter medo de
Deus, medo do castigo eterno e a fazer coisas com medo de Deus.
3) Sentimento de inferioridade: Quando a criança nasce, ela está cheia
de sentimentos de superioridade, todos olham para ela, torna-se o
centro das atenções, porém, quando a criança cresce, as pessoas se
cansam dela, ela deixa de ser o centro. Talvez até escute dos pais
expressões como: “Você é ruim”, “Você é mal...”, formando uma imagem
pobre de si mesma, vinda de palavras negativas que chegam a ela. Nasce
com isso o sentimento de autopiedade, o ódio de si mesma e depois a
autodestruição, chegando muitas vezes ao suicídio.
4) Medos: Não
são os medos pequenos, são os que paralisam a pessoa, fechando-a em si
mesma, como medo da morte, medo de ficar sozinha, medo do diabo, medo
do escuro etc...
Terceiro passo: É o mais importante. Encontrar
as causas profundas pelos quais você tem esses problemas profundos das
pessoas. Como está escrito no início, não basta rezar pelos sintomas, é
preciso rezar pelas causas.
Atitude prática: Orar ao
Espírito Santo e refletir sobre a sua vida passada. A Adoração ao
Santíssimo é fonte de cura e libertação.
Fale para Jesus
concretamente aquilo que aconteceu com você. Se você tem facilidade,
escreva e leia para Jesus. Ele nos lava e purifica de tudo o que foi
deformado a imagem de Deus em nós.
O que você pode escrever?
Seu nome (muitas vezes as causas do problema está relacionado com o nome);
Seu sexo (Muitas vezes o problema está relacionado ao sexo);
Idade (dia do aniversário, anos do nascimento);
Ocupação (quais os cursos que você fez, o que faz agora);
Coisas da
família (seus pais, seu relacionamento com eles, seus irmãos, onde você
está na sua família, se teve alguma morte, sua situação financeira, sua
história, sua raça, tudo que você achar que é importante);
Seus
ancestrais (alguém que precisa de oração, os pecados que você conhece
dos seus antepassados; é importante saber se há algum problema na sua
árvore genealógica);
O que você fez de errado? (para Deus, para si
mesmo, para os outros) – isto é matéria de confissão. O Sacramento da
Reconciliação é fonte de cura e libertação;
O que fizeram de errado para você? (causa de aconselhamento, buscar ajuda, alguém que possa rezar pela sua cura interior).
Esse é um caminho que você pode trilhar. O monsenhor Jonas
nos diz que “a restauração da pessoa começa pelo positivo. Daquilo que
ela é. A partir daquilo que Deus a fez. É a partir das qualidades, a
partir das riquezas de seu ser... Tomá-las, assumi-las, colocá-las em
ação. É isso que a faz crescer”.
Trecho retirado do Livro: "Cura da afetividade e sexualidade"
Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?tit=Eu+preciso+de+cura+interior%3F&cod=2799&sob=7684
terça-feira, 9 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Bento XVI anuncia sua renúncia como Papa
Fonte: http://papa.cancaonova.com/bento-xvi-anuncia-sua-renuncia-como-papa/
QUARTA-FEIRA, 13 DE FEVEREIRO DE 2013, 16H37
Bento XVI anunciou no dia 11 de fevereiro, que vai renunciar à sua função como Papa no dia 28 deste mesmo mês.
Veja abaixo o discurso de renúncia do Papa Bento XVI
Caríssimos Irmãos,
“Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus”.
Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
Bento XVI
A vida de Joseph Ratzinger (Bento XVI)
Escritor faz retrospectiva sobre os últimos conclaves
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288789
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013, 15h21
Escritor faz retrospectiva sobre os últimos conclaves
Rádio Vaticano
Rádio Vaticano
Segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, o conclave para a eleição do sucessor de Bento XVI pode começar no início de março
Realizou-se na manhã desta quarta-feira, 20, na Sala Giovanni Paolo II, da Sala de Imprensa da Santa Sé, um Briefing, ou seja, uma sequencia de informações, sobre a história dos últimos conclaves, aos cuidados do Vice-Prefeito da Biblioteca Apostólica Vaticana, Dr. Ambrogio Piazzoni, que escreveu um livro sobre a história da eleição dos papas.
Este foi apenas um dos muitos encontros que serão promovidos pela Sala de Imprensa da Santa Sé, com o objetivo de oferecer um suporte histórico aos jornalistas de diversos países, para uma melhor compreensão do período da Sé Vacante e do Conclave.
Dr. Piazzoni falou da história dos Conclaves para iluminar o que acontece na atualidade. A bem da verdade, as normas que regem os Conclaves realizados atualmente são fruto de experiências e de um amadurecimento que ocorreu ao longo dos séculos.
O Vice-prefeito da Biblioteca Apostólica Vaticana iniciou o encontro destacando que os primeiros Conclaves sofriam muitas influências externas, especialmente por parte das autoridades civis. Somente em 1059, com o Papa Nicolau II, foi emitido o primeiro documento pontifício sobre o Conclave, onde era indicado com precisão que “somente os cardeais tem o direito e o dever de eleger um Pontífice”. Regra válida até os dias de hoje. Posteriormente, em 1079, foi fixada a maioria de 2/3 dos votantes.
O Conclave, que vem do latim cum clave (fechado), foi instituído apenas em 1271 pelo Papa Gregório X e a obrigação do voto secreto, somente a partir de 1621, para dar maior liberdade aos votantes.
A obrigação do 'segredo dos Cardeais', durante e após o Conclave, veio apenas com o papado de São Pio X, e que incluía também a obrigatoriedade da conservação da documentação do conclave em arquivos.
Em 1922, um Motu Proprio de Pio XI determinou a espera de 15 dias para se iniciar o Conclave, a fim de aguardar a chegada dos Cardeais de todo o mundo.
A Constituição Apostólica Vacantis Apostolicae Sedis, de 8 de dezembro de 1945, do Papa Pio XII, determinou a maioria de 2/3 mais 1 dos votos dos Cardeais.
O Motu Proprio Summi Pontificis electio, de João XXIII teve por objetivo uma simplicação do processo eleitoral. As listas das votações deveriam ser conservadas em um arquivo e consultadas somente com a autorização de um Papa. As anotações dos cardeais também deveriam ser conservadas e não queimadas como no tempo de Pio XII e por fim, deveriam ser queimadas somente as cédulas eleitorais.
Somente em 1978, o Papa João Paulo II fixou que o Conclave deveria ser realizado na Capela Sistina. Paulo VI dizia que ‘normalmente’ os Conclaves deveriam ser alí realizados, mas sem uma obrigatoriedade. Ao longo da história, se dizia que o Conclave deveria ser realizado no local onde o Pontífice viesse a morrer. Conclaves foram realizados no Palácio Quirinale, em Roma, ex-residência dos Papas, em quatro oportunidades.
Também foi João Paulo II a estabelecer a Casa Santa Marta como local de acolhida dos Cardeais durante o Conclave. João Paulo II também aboliu as formas de eleição ‘por aclamação’ ou ‘por compromisso’, mantendo apenas a forma ‘por escrutínio’.
O Papa é bispo de Roma e chefe Universal da Igreja. Em função desta estreita ligação, cada Cardeal, independente do país de origem, é titular de uma paróquia em Roma.
Ao final, interpelado por jornalistas, Dr. Piazzoni explicou quantos Papas haviam renunciado na história. Ele informou que alguns Pontífices renunciaram obrigados e outros por livre e espontânea vontade. Papa Ponciano, em 235, foi condenado a trabalhar numa mina na Sardenha. Papa Silvério, em 537, foi obrigado a abdicar e constrito a exilar-se na Ásia Menor. Martinho V foi preso e mandado para a Criméia. Sobre o Papa João XVIII, em 1009, não se tem muita certeza, mas é muito provável que tenha renunciado. Bento IX, em 1044, renunciou e após voltou ao papado. Posteriormente Celestino V, que reconheceu não estar preparado e por fim Gregório XII em 1415.
Somente um pontífice pode alterar as regras que regem um Conclave. O próximo, a ser realizado em março, será o 75º Conclave da história.
Este foi apenas um dos muitos encontros que serão promovidos pela Sala de Imprensa da Santa Sé, com o objetivo de oferecer um suporte histórico aos jornalistas de diversos países, para uma melhor compreensão do período da Sé Vacante e do Conclave.
Dr. Piazzoni falou da história dos Conclaves para iluminar o que acontece na atualidade. A bem da verdade, as normas que regem os Conclaves realizados atualmente são fruto de experiências e de um amadurecimento que ocorreu ao longo dos séculos.
O Vice-prefeito da Biblioteca Apostólica Vaticana iniciou o encontro destacando que os primeiros Conclaves sofriam muitas influências externas, especialmente por parte das autoridades civis. Somente em 1059, com o Papa Nicolau II, foi emitido o primeiro documento pontifício sobre o Conclave, onde era indicado com precisão que “somente os cardeais tem o direito e o dever de eleger um Pontífice”. Regra válida até os dias de hoje. Posteriormente, em 1079, foi fixada a maioria de 2/3 dos votantes.
O Conclave, que vem do latim cum clave (fechado), foi instituído apenas em 1271 pelo Papa Gregório X e a obrigação do voto secreto, somente a partir de 1621, para dar maior liberdade aos votantes.
A obrigação do 'segredo dos Cardeais', durante e após o Conclave, veio apenas com o papado de São Pio X, e que incluía também a obrigatoriedade da conservação da documentação do conclave em arquivos.
Em 1922, um Motu Proprio de Pio XI determinou a espera de 15 dias para se iniciar o Conclave, a fim de aguardar a chegada dos Cardeais de todo o mundo.
A Constituição Apostólica Vacantis Apostolicae Sedis, de 8 de dezembro de 1945, do Papa Pio XII, determinou a maioria de 2/3 mais 1 dos votos dos Cardeais.
O Motu Proprio Summi Pontificis electio, de João XXIII teve por objetivo uma simplicação do processo eleitoral. As listas das votações deveriam ser conservadas em um arquivo e consultadas somente com a autorização de um Papa. As anotações dos cardeais também deveriam ser conservadas e não queimadas como no tempo de Pio XII e por fim, deveriam ser queimadas somente as cédulas eleitorais.
Somente em 1978, o Papa João Paulo II fixou que o Conclave deveria ser realizado na Capela Sistina. Paulo VI dizia que ‘normalmente’ os Conclaves deveriam ser alí realizados, mas sem uma obrigatoriedade. Ao longo da história, se dizia que o Conclave deveria ser realizado no local onde o Pontífice viesse a morrer. Conclaves foram realizados no Palácio Quirinale, em Roma, ex-residência dos Papas, em quatro oportunidades.
Também foi João Paulo II a estabelecer a Casa Santa Marta como local de acolhida dos Cardeais durante o Conclave. João Paulo II também aboliu as formas de eleição ‘por aclamação’ ou ‘por compromisso’, mantendo apenas a forma ‘por escrutínio’.
O Papa é bispo de Roma e chefe Universal da Igreja. Em função desta estreita ligação, cada Cardeal, independente do país de origem, é titular de uma paróquia em Roma.
Ao final, interpelado por jornalistas, Dr. Piazzoni explicou quantos Papas haviam renunciado na história. Ele informou que alguns Pontífices renunciaram obrigados e outros por livre e espontânea vontade. Papa Ponciano, em 235, foi condenado a trabalhar numa mina na Sardenha. Papa Silvério, em 537, foi obrigado a abdicar e constrito a exilar-se na Ásia Menor. Martinho V foi preso e mandado para a Criméia. Sobre o Papa João XVIII, em 1009, não se tem muita certeza, mas é muito provável que tenha renunciado. Bento IX, em 1044, renunciou e após voltou ao papado. Posteriormente Celestino V, que reconheceu não estar preparado e por fim Gregório XII em 1415.
Somente um pontífice pode alterar as regras que regem um Conclave. O próximo, a ser realizado em março, será o 75º Conclave da história.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Repostas de Bento XVI no Twitter
O Papa Bento XVI em 12 de Dezembro de 2012 iniciou sua participação no twitter.
Quero trazer aqui algumas das respostas dada aos usuários!
Estarei atualizando estas respostas!
Marcelo.
Como podemos viver melhor o Ano da Fé no nosso dia a dia?
Bento XVI: Dialoga com Jesus na oração, escuta Jesus que te fala no Evangelho, encontra Jesus que está presente nas pessoas que passam necessidade.
Como viver a fé em Jesus Cristo em um mundo sem esperança?
Bento XVI: Com a certeza de que a pessoa crente nunca está sozinha. Deus é a rocha segura sobre a qual construir a vida, e o seu amor é sempre fiel.
Algumas sugestões para conseguir orar mais quando estamos tão ocupados com as solicitações de trabalho, da família e da sociedade?
Bento XVI: Oferece tudo o que fazes ao Senhor, pede a sua ajuda em todas as circunstâncias da vida, e lembra-te de que Ele está sempre ao teu lado.
Quero trazer aqui algumas das respostas dada aos usuários!
Estarei atualizando estas respostas!
Marcelo.
Como podemos viver melhor o Ano da Fé no nosso dia a dia?
Bento XVI: Dialoga com Jesus na oração, escuta Jesus que te fala no Evangelho, encontra Jesus que está presente nas pessoas que passam necessidade.
Como viver a fé em Jesus Cristo em um mundo sem esperança?
Bento XVI: Com a certeza de que a pessoa crente nunca está sozinha. Deus é a rocha segura sobre a qual construir a vida, e o seu amor é sempre fiel.
Algumas sugestões para conseguir orar mais quando estamos tão ocupados com as solicitações de trabalho, da família e da sociedade?
Bento XVI: Oferece tudo o que fazes ao Senhor, pede a sua ajuda em todas as circunstâncias da vida, e lembra-te de que Ele está sempre ao teu lado.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Você sabe quanto o governo arrecada com as loterias?
O impostometro www.imopstometro.com.br registrou a marca de mais de 1,5 TRILHÕES arrecadados de impostos.
Mas não para por aí não. Você sabe quanto o governo arrecada com as loterias???
Existem 10 tipos de apostas, segundo o site http://www1.caixa.gov.br/loterias/index.asp
Nesses cálculos não entraram a Loteria Federal e a Loteria Instantânea.
Faz parte deste cálculo portanto os outros 8 tipos de apostas a saber: DUPLASENA, LOTECA, LOTOFÁCIL, LOTOGOL, LOTOMANIA, MEGASENA, QUINA E TIMEMANIA.
Vejam os detalhes abaixo:
Desses totais brutos, vejam os valores pagos para os ganhadores das loterias e os valores que ficam para o governo:
No próximo post vou colocar detalhadamente como é feita a distribuição destes valores retidos pelo governo.
Além dos 1,5 TRILHÕES de impostos somam-se mais a bagatela de 6,2 BILHÕES!
É muito dinheiro para ver a lamentável situação das responsabilidades básicas de um governo: saúde, segurança, educação e saúde.
Abraços,
Marcelo.
Mas não para por aí não. Você sabe quanto o governo arrecada com as loterias???
Existem 10 tipos de apostas, segundo o site http://www1.caixa.gov.br/loterias/index.asp
Nesses cálculos não entraram a Loteria Federal e a Loteria Instantânea.
Faz parte deste cálculo portanto os outros 8 tipos de apostas a saber: DUPLASENA, LOTECA, LOTOFÁCIL, LOTOGOL, LOTOMANIA, MEGASENA, QUINA E TIMEMANIA.
Vejam os detalhes abaixo:
| ARRECADAÇÃO TOTAL DAS LOTERIAS | |||
| 2010 | 2011 | 2012 | |
| DUPLASENA | R$ 252.125.918,00 | R$ 237.146.145,00 | R$ 353.628.684,00 |
| LOTECA | R$ 72.920.291,00 | R$ 81.556.364,00 | R$ 90.233.717,50 |
| LOTOFACIL | R$ 1.757.094.055,00 | R$ 2.067.489.683,75 | R$ 1.922.515.693,75 |
| LOTOGOL | R$ 8.431.525,50 | R$ 10.997.953,00 | R$ 12.492.591,50 |
| LOTOMANIA | R$ 491.693.266,00 | R$ 594.817.814,50 | R$ 588.163.645,50 |
| MEGASENA | R$ 4.368.059.256,00 | R$ 4.626.163.418,00 | R$ 4.308.377.814,00 |
| QUINA | R$ 1.329.235.904,00 | R$ 1.527.340.249,25 | R$ 1.693.812.054,75 |
| TIMEMANIA | R$ 120.652.758,00 | R$ 159.753.384,00 | R$ 256.212.506,00 |
| TOTAL | R$ 8.400.214.983,50 | R$ 9.305.267.022,50 | R$ 9.225.438.719,00 |
Desses totais brutos, vejam os valores pagos para os ganhadores das loterias e os valores que ficam para o governo:
| ARRECADAÇÃO DO GOVERNO ATRAVÉS DAS LOTERIAS | |||||||||
| 2010 | 2011 | 2012 | |||||||
| TOTAL ARRECADADO | R$ 8.400.214.983,50 | R$ 9.305.267.022,50 | R$ 9.225.438.719,00 | ||||||
| PREMIO DISTRIBUÍDO | R$ 2.701.451.801,17 | R$ 2.992.408.052,39 | R$ 2.966.276.114,68 | ||||||
| VALOR RETIDO PELO GOVERNO | R$ 5.698.763.182,33 | R$ 6.312.858.970,11 | R$ 6.259.162.604,32 | ||||||
No próximo post vou colocar detalhadamente como é feita a distribuição destes valores retidos pelo governo.
Além dos 1,5 TRILHÕES de impostos somam-se mais a bagatela de 6,2 BILHÕES!
É muito dinheiro para ver a lamentável situação das responsabilidades básicas de um governo: saúde, segurança, educação e saúde.
Abraços,
Marcelo.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Isto é o Natal!
Não sei ao certo se eu "penso, logo existo" ou se "existo, logo penso"!
Uma coisa é certa: eu existo... e penso também! Mas não existo sozinho: existe um imenso universo ao meu redor com várias galaxias, estrelas, planetas, países, pessoas, animais, plantas e tudo mais. Como entender tudo isso? Certa vez, Einstein disse: "Tente penetrar, com os nossos meios limitados, os segredos da natureza. Você vai descobrir que, por trás de todas as concatenações discerníveis, há algo sutil, intangível e inexplicável." (Revista Galileu - Ed.196 - Nov/2007)
E nesta época do ano - Dezembro - comemoramos um evento grandioso que mudou toda a história da humanidade e nos ajuda a entender a razão da nossa existência. Este foi o evento grandioso que comemoramos: "nasceu para nós hoje um menino, um filho nos foi dado." (Is 9, 5)
Aquilo que existia antes do cosmos e que depois sempre esteve em comunicação conosco - pelo menos sempre quis se comunicar conosco - viu que apenas confiando em nossas potencialidades não seríamos capaz de nos comunicarmos com Ele. Por isso, na plenitude dos tempos, Ele enviou seu filho, que "se fez carne e habitou entre nós" para que assim Ele pudesse nos conduzir para o seu plano de amor. "Foi Ele que abriu o seu Céu e se abaixou para conduzir o homem ao abismo de seu amor." (Bento XVI - catequese 05/12/12)
Este evento aconteceu há mais de 2000 anos e até hoje somos convidados a refletir nossa existência com base neste evento. Assim, este evento que todos os anos comemoramos e festejamos nos ajuda a pensarmos em nossas existências e a compreender a razão de existir!
Este evento é o Natal!
Isto é o Natal: o nascimento deste menino que veio nos conduzir para o seu plano de amor deixando um ensinamento fundamental: "amai-vos uns aos outros como Eu vos amei." (Jo 13, 34)
E como ele nos amou? Se doando por nós numa cruz!
Porem a cruz não o venceu.
Ele vive e quer que todos nós tenhamos vida plena, pois Ele disse: "eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância"! (Jo 10, 10)
Isto é o Natal: o maior evento de todos os tempos que ainda hoje nos ajuda a refletirmos nossa existência em meio a tudo o que existe e a buscarmos esta vida em abundância na certeza de que um dia viveremos para sempre com Ele.
Não dá para ignorar este grande evento mesmo quando querem nos desviar do verdadeiro significado do Natal. Por dois anos consecutivos recebi no meu emprego um cartão de 'fim de ano' onde não existia a expressão Feliz Natal! O Feliz Natal foi substituído pelo "boas festas"! Festas? O que estamos festejando afinal?
Não nos esqueçamos: comemoramos o nascimento do menino Jesus!
Isto é o Natal!
Um feliz e santo Natal a todos e um excelente Ano Novo!
Marcelo.
Uma coisa é certa: eu existo... e penso também! Mas não existo sozinho: existe um imenso universo ao meu redor com várias galaxias, estrelas, planetas, países, pessoas, animais, plantas e tudo mais. Como entender tudo isso? Certa vez, Einstein disse: "Tente penetrar, com os nossos meios limitados, os segredos da natureza. Você vai descobrir que, por trás de todas as concatenações discerníveis, há algo sutil, intangível e inexplicável." (Revista Galileu - Ed.196 - Nov/2007)
E nesta época do ano - Dezembro - comemoramos um evento grandioso que mudou toda a história da humanidade e nos ajuda a entender a razão da nossa existência. Este foi o evento grandioso que comemoramos: "nasceu para nós hoje um menino, um filho nos foi dado." (Is 9, 5)
Aquilo que existia antes do cosmos e que depois sempre esteve em comunicação conosco - pelo menos sempre quis se comunicar conosco - viu que apenas confiando em nossas potencialidades não seríamos capaz de nos comunicarmos com Ele. Por isso, na plenitude dos tempos, Ele enviou seu filho, que "se fez carne e habitou entre nós" para que assim Ele pudesse nos conduzir para o seu plano de amor. "Foi Ele que abriu o seu Céu e se abaixou para conduzir o homem ao abismo de seu amor." (Bento XVI - catequese 05/12/12)
Este evento aconteceu há mais de 2000 anos e até hoje somos convidados a refletir nossa existência com base neste evento. Assim, este evento que todos os anos comemoramos e festejamos nos ajuda a pensarmos em nossas existências e a compreender a razão de existir!
Este evento é o Natal!
Isto é o Natal: o nascimento deste menino que veio nos conduzir para o seu plano de amor deixando um ensinamento fundamental: "amai-vos uns aos outros como Eu vos amei." (Jo 13, 34)
E como ele nos amou? Se doando por nós numa cruz!
Porem a cruz não o venceu.
Ele vive e quer que todos nós tenhamos vida plena, pois Ele disse: "eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância"! (Jo 10, 10)
Isto é o Natal: o maior evento de todos os tempos que ainda hoje nos ajuda a refletirmos nossa existência em meio a tudo o que existe e a buscarmos esta vida em abundância na certeza de que um dia viveremos para sempre com Ele.
Não dá para ignorar este grande evento mesmo quando querem nos desviar do verdadeiro significado do Natal. Por dois anos consecutivos recebi no meu emprego um cartão de 'fim de ano' onde não existia a expressão Feliz Natal! O Feliz Natal foi substituído pelo "boas festas"! Festas? O que estamos festejando afinal?
Não nos esqueçamos: comemoramos o nascimento do menino Jesus!
Isto é o Natal!
Um feliz e santo Natal a todos e um excelente Ano Novo!
Marcelo.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O desastre do controle da natalidade no Brasil.
Publicado em 30 de novembro de 2012
Este comportamento é extremamente negativo para o Brasil. Enquanto o Japão tem 330 pessoas por km quadrado, o Brasil tem apenas 20; e o Japão é muito mais evoluído, justo socialmente e não tem os problemas sociais que temos. Gente de menos não resolve nenhum problema social.
O Editorial da Folha de SP de 16/11/2012 [2], diz: “Projeções demográficas ameaçam o crescimento do PIB apoiado na absorção de mão de obra; atrair imigrantes é uma alternativa a considerar”.
Quer dizer, o Brasil, precisa contratar imigrantes para dar conta do trabalho. A matéria da Folha diz que o ritmo crescente de incorporação de trabalhadores dificilmente continuará por causa da queda drástica da natalidade no país.
Diz o Jornal que: “A população em idade de trabalhar começará a declinar no país por volta de 2030 – quando terá atingido o auge de 150 milhões. O padrão de crescimento do PIB baseado na absorção de mão de obra disponível está, portanto, ameaçado”. A solução será buscar imigrantes na Europa, em países sul americanos e caribenhos.
Falando desse problema, o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disse (14/11/2012- Agência Ecclesia) que a baixa taxa de natalidade no país coloca um problema de “sobrevivência” ao seu povo, pedindo mudanças políticas que favoreçam as famílias. O porta-voz do episcopado, padre Manuel Morujão, comentando os dados da Organização das Nações Unidas que indicam que em Portugal nascem apenas 1,3 filhos por cada mulher, fala em problema de “sobrevivência de um povo”. “Esses números são um alerta à consciência social de todos, particularmente de quem nos governa”. E acentuou que este não é um “assunto marginal”, mas “um problema de subsistência, de sobrevivência, e de uma cultura altruísta que é preciso também implementar”. “Se eu penso só no meu conforto e no meu bem-estar social, certamente irei na linha dessas políticas, que são de retrocesso, de andar ao contrário da história”, alertou o sacerdote jesuíta.
O porta-voz da Conferência dos Bispos de Portugal, destacou as consequências deste “inverno demográfico” no próprio Estado Social. “Os serviços de saúde, de previdência social colapsarão porque será um pequeno número de pessoas a trabalhar para uma imensa população que está aposentada”, observou.
Nesse sentido, o padre Manuel Morujão defendeu a necessidade de implementar medidas que “facilitem e não dificultem que os casais possam ter filhos, e não apenas um”.
É lamentável que os problemas da vida sejam resolvidos com a ótica pobre, egoísta e comodista de eliminar a própria vida; e impedi-la de existir.
O Brasil tem espaço sobrando, terra em abundância, água à vontade, sol o ano inteiro e chuva em abundância, além de ter um subsolo riquíssimo com metais nobres e caros, muito petróleo, etc. O Japão, que nada disso tem, está fazendo campanha para aumentar a natalidade, bem como os países da Europa.
O povo brasileiro, que pouco ou nada entende de demografia e seus efeitos, ainda não percebeu o perigo deste controle drástico da natalidade, que a Igreja tanto condena. A Igreja ensina a paternidade responsável; isto é, o casal católico só deve limitar a natalidade dos seus filhos se for necessário. O filho é uma bênção de Deus, e não uma maldição. Diz o Catecismo que “os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (§ 2378).
“A fecundidade é um dom, um fim do matrimônio, porque o amor conjugal tende a ser fecundo. O filho não vem de fora acrescentar-se ao amor mútuo dos esposos; surge no próprio âmago dessa doação mútua, da qual é fruto e realização. A Igreja ‘está ao lado da vida’, e ensina que qualquer ato matrimonial deve estar aberto à transmissão da vida” (§ 2366 ).
Não há alegria maior nesta vida do que uma família bem constituída com filhos educados e formados na lei de Deus. O salmo 126 diz com todas as letras: “Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas”. “Feliz o homem que assim encheu sua aljava…” (Sl 126, 3-5).
Prof. Felipe Aquino
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